As fotos expostas, assim como os textos escritos, salvo nas situações devidamente referidas, são de minha autoria ou, eventualmente, dos que me são próximos. A sua apropriação indevida está vedada a quem o fizer sem a minha autorização. Como compreenderão.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Pico

Quando viajei pela primeira vez ao arquipélago dos Açores, fui surpreendido, a dada altura, pela paisagem natural fantástica, assim que me deparei com a ilha do Pico. Senti-me um privilegiado e fiquei com a sensação imediata de que conhecia muito pouco do meu País. É verdade que já havia tido contacto com imagens da ilha, mas nada se comparava à realidade ela mesmo.  
Não é que as outras oito ilhas não tenham também o seu encanto, e confesso que ainda me falta conhecer algumas, mas o Pico!... acompanha-nos sempre enquanto estamos sob a sua alçada. A sua presença é imponente e ao mesmo tempo um íman que atrai constantemente o nosso olhar porque nos fascina.
Para quem ama a natureza, para quem aprecia o estado natural das coisas, ou antes, aprecie que o Homem seja parte da mesma realidade e não o seu senhorio, esta ilha que aqui vos trago, é uma pérola de um conjunto que se aninha numa concha chamada Açores.
Voltarei aos Açores, aqui como lá.



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Solstícios num dia de Verão

                                                                                                    
 E se eu fosse o vento...
Que te levantasse, segura
Ou se  fosse eu a água...
Que sobre ti escorresse, a frescura

                                  





 E se eu fosse o fogo...
Que em ti procura
A alma de quem
Busca no branco a candura... 






E se eu em ti sossego,
Esta inquietação que persiste, teimosa e dura
Então, eu a ti confesso
Tudo o que sou e sinto
E em mim perdura



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A Costa Alentejana

Descobri a Costa Alentejana já com alguma experiência de vida. E fiquei fascinado! Sempre que me perco naquelas paragens, descubro algo de novo, mesmo quando concluo que afinal já tinha ali estado, e constato que terei de voltar.  Nunca é demais. Nunca será demais. E se passa tempo sem lá voltar, sinto o seu apelo para a revisitar.